sexta-feira, 28 de abril de 2017

Como fazer correções, corretamente.



Oi Gente!

Na aula  pode ter um turbilhão de informações,  seu professor passar várias correções de uma só vez - muitas vezes no meio de uma combinação movimentos - que é  muito mais do que você desejaria para aplicá-las, mas nem sempre elas ficam na memória. Embora algumas vezes você já tivesse feito, acaba ficando sobrecarregado tentando corrigir todos eles para incorporar corretamente qualquer um deles.

Feedback,  é uma parte necessária do ofício de um dançarino, proporcionando a orientação para desenvolver técnica e parte artística. Mas a aplicação de novas informações nem sempre é fácil. Você pode se sentir bombardeado com muitos detalhes ao mesmo tempo, ou inseguro sobre uma crítica. Aprender a implementar correções é uma arte em si.

Seja receptivo ao feedback e mostre-o
Dançarinos espertos sabem que o feedback é um presente, então mostre que você está ansioso para recebê-lo. Certifique-se de sua linguagem corporal e atitude refletem uma vontade de aprender. "Tenha uma expressão agradável e pareça realmente envolvida", diz Deborah Wingert, que ensina no Manhattan Youth Ballet e no Ailey Extension. Uma vez que você recebeu uma observação, tente fazer a mudança imediatamente, ou ir para a parte reservada do estúdio e praticar por conta própria. Mostre que você pelo menos compreende o conceito, mesmo se você não pode aplicá-lo imediatamente. (Se você tem uma lesão que o impede de fazer alguma coisa, comunique isso ao professor antes da aula.) Os dançarinos que resistem a novas informações podem desencorajar os professores de querer ajudá-los

Lembre-se de que os professores normalmente dão atenção quando vêem o potencial. "Não é que eles estejam escolhendo você", diz Ashley Tuttle, ex-diretora do American Ballet Theatre, que ensina ballet no Barnard College, no Mark Morris Dance Center e em outras escolas. "Tenha pensamento positivo, e acalme a sua voz interior, que talvez pode impedi-lo de receber informações e incorporá-las."

Se você não está recebendo qualquer feedback, lembre-se que você pode se beneficiar das correções de outros dançarinos também. "Você não tem que esperar por um convite especial", diz Wingert.

Se você não entender o que foi dito, peça esclarecimento.
Não há problema em fazer perguntas se você não entendeu uma correção. "Aguarde a pausa, ou vá até o professor depois da aula", sugere Laurie De Vito, professora contemporânea de Simonson no Peridance de Nova York, Mark Morris Dance Center e Gibney Dance. "Peça uma alternativa e converse sobre isso." Você também pode conversar com um dançarino que você respeita ou alguém em sua classe que recebe correções semelhantes. Se você não expressar sua confusão, os professores podem pensar que você não está ouvindo - ou que você não se importa.

Faça suas correções na barra
Você vai precisar ter mais foco para a correção. Visualize-o em sua mente e, se possível, implemente-o enquanto olha no espelho. "Então tire seu cérebro disso e deixe seu corpo encontrar a posição", diz De Vito. "Se um ajuste físico vai ajudá-lo a entender, pergunte ao seu professor para mover seu corpo na forma correta." Anexar um movimento à música também pode ajudá-lo a solidificar o sentimento correto.

Algumas correções levam tempo para manifestar-se fisicamente. "É um compromisso", diz Tuttle. "Seu cérebro compreende, mas seu corpo segue o melhor da sua habilidade. Para alguns pode levar mais tempo." Se você não está virando mais do que é solicitado, por exemplo, não fique frustrado porque você não pode fazê-lo imediatamente. Trabalhe em acoplar os músculos apropriados, mantendo seus saltos e sustentando sua rotação máxima. "Lembre-se que a dança não é sobre ser capaz de fazer  movimentos perfeitos, mas ser capaz de mover dentro e fora das melhores posições que você pode fazer", diz Tuttle. "Não se abata sobre si mesmo ou force seu corpo, isso pode causar lesões."

"Os verdadeiros artistas têm paciência", diz Wingert. "Você faz o seu melhor até que ele clica.

Fonte: http://www.dancemagazine.com

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

História da meia-alça.

Oi Gente ! 

Alguns historiadores contam que os Egípcios foram os primeiros a vestir meias. Na verdade eram pedaços de pano amarrados nos dedos dos pés. Mas não se vê registros disso, só mesmo das sandálias feitas de palha, papiro ou fibra de palmeira.E quem usava eram os nobres. O povão andava descalço!
 
A história da meia é mesmo interessante a partir do século 16.
 

Em 1589, a Rainha Elizabeth I começou a usar seus primeiros pares de meia de seda! Os homens dessa época usavam meias muito mais do que as mulheres, pois até o século 20 uma senhora nunca poderia mostrar as pernas. 


                                                    



                                     magem Séc XVI, veja os moçoilos todos de meia-calça:
          

Aqui, a imagem refere-se ao Séc. XVIII, os homens usavam muitas meias. Vai, confessa, eram elegantes!

Nos anos 20 o comprimento dos vestidos e saias começou a mostrar um pouquinho das pernas (entenda “canelas” até a metade da década), e nesses casos a meia era obrigatória. Inicialmente era de seda ou rayon, e só depois dos anos 40 começou a ser produzida com nylon.


O nylon era utilizado originalmente apenas como linha de pesca! Mas em 1939, Dupont descobriu a fibra e começou a confeccionar meias! A Dupont bombou, tanto que é conhecida até hoje! Olha só essa propaganda de meias masculinas da época:


Nos anos 40 e 50,  a meia-calça estava presente nas produções de atrizes e dançarinas em filmes e teatros! Como destaque, a atriz e dançarina Ann Miller, que deixou a meia mais popular com filmes como “Daddy Long Legs”...



Em 1953, Allen Gran, de Glen Raven Knitting Mills desenvolveu a “Panti-Legs”mas ainda não era comercializada. O então Sr. Ernest G. Rive inventou seu próprio design (muito similar ao que usamos hoje) e em 1956 patenteou a ideia! O design foi adotado por outros, causando disputas nos EUA.
Em 1960, começou a ser produzida com elastano, deixando-a mais confortável.E com a vinda da minissaia, virou um item fashion necessário!!!



A partir dos anos 70 a popularidade só aumentou. E hoje ela existe em mil cores, fios, e até com atributos especiais como "deixar o bumbum mais levantado", essas coisas! A tecnologia contribui e nós agradecemos, claro!

Veja fotos de partes de histórias mais recentes:
Madona, usou e abusou da arrastão. Quem não lembra dos tempos que ela usava crucifixos + laços + franja esquisita enroladinha + meia arrastão, no videoclip Like a Virgen? Brincadeiras à parte: na pernoca de Madona qualquer coisa fica lindo!
Mesmo nos figurinos mais atuais, ainda rolam umas meias legais compondo o visual da deusa pop!


Nina Hagen, cantora Pop famosa dos anos 80, usou todo tipos de  meia-calça para compor o figurino de seus shows.



Fonte: http://modasuacara.blogspot.com.br/

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Ballet infantil


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Oi Gente
Dentre as atividades extraescolares mais populares estão o futebol, o basquete, o tênis, a natação e as artes marciais, mas muitos meninos e meninas têm inclinação para as disciplinas musicais. Dentre delas se destaca o ballet ou dança clássica, uma atividade cujo objetivo é contar uma história unicamente com o movimento do corpo. 
Considerado como Arte Cênica, o ballet requer muita concentração a nível psíquico, e flexibilidade, coordenação e ritmo musical, a nível físico. Por isso se recomenda que essa atividade comece a ser praticada desde cedo, entre os 3 ou 4 anos de idade, quando o aparelho locomotor das crianças pode assimilar e interiorizar com mais facilidade e soltura os movimentos e técnicas da dança. 

Benefícios do ballet para meninos e meninas

O ballet, além de ser uma arte, é um exercício que conta com múltiplos e positivos benefícios, tanto físicos como psíquicos para as crianças.
Veja algumas das muitas vantagens a nível físico:
- A dança estimula a circulação sanguínea e o sistema respiratório.
- Favorece a eliminação de gorduras.
- Contribui para corrigir más posturas.

- Ajuda a ganhar elasticidade.
- Exercita a coordenação, a agilidade de movimentos e o equilíbrio.
- Colabora no desenvolvimento muscular e forma da coluna.
- Ajuda no desenvolvimento da psicomotricidade, da agilidade e coordenação dos movimentos.
- Permite melhorar o equilíbrio e os reflexos.
- Pode ajudar a corrigir problemas como o “pé plano”. No ballet, a posição que o pé adota durante as aulas na maior parte do tempo, é estirado para frente, fazendo com que pouco a pouco se corrija o defeito.
- É uma boa técnica para combater a obesidade infantil e o colesterol.
- Desenvolve a expressão corporal, a atenção e a memória.
Mas se os benefícios físicos do ballet são numerosos e variados, a nível psíquico é ainda mais positivo:
- O ballet é um exercício rígido, que exige e ensina disciplina tanto física como mental, ajudando no desenvolvimento da personalidade das crianças.
- Desenvolve a sensibilidade dos pequenos, permitindo que fluam seus sentimentos com total liberdade.
- Ajuda na socialização das crianças mais tímidas e a superar essa timidez.
- Relaxa e libera adrenalina.
- Melhora a autoestima e reduz sintomas de stress ou ansiedade aumentando a confiança da criança em si mesma.

Uma disciplina, muitas modalidades

Ainda que seu filho se decida por uma ou outra disciplina, existem sete movimentos básicos nessa dança clássica que não variam de uma modalidade para outra: pular, estirar, dobrar, elevar, girar, deslizar e lançar ou precipitar.
Fonte e crédito: Ángela del Caz - Redatora de guiainfantil.com
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terça-feira, 18 de abril de 2017

É possível dançar balé durante a gravidez?

Oi Gente!

Acredite, não só é possível praticar a dança, como ela pode trazer benefícios para a mãe e para o bebê. Veja as recomendações para as dançarinas.


Por Sasha Yakovleva
Foto: Bridger / Thinkstock / Getty Images


O balé ajuda na resistência, na diminuição da dor e suaviza os efeitos colaterais da gravidez.

Benefícios do balé na gravidez

Um dos maiores benefícios, como afirma Deborah Klimke de Carvalho, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo, é que a mulher cria resistência física e psicológica e fortalece a região do períneo, fatores essenciais para um parto natural saudável e tranquilo. A médica também afirma que, como no balé as mulheres trabalham muito o abdômen, isso age na prevenção de problemas como incontinência urinária e prolapso uterino. A Cristina Oya acrescenta que a dança também ajuda bastante quem procura exercícios de alongamento e fortalecimento da coluna. Quando a mulher está envolvida em atividades físicas na gravidez, ela não sentirá dores na lombar, nem terá a sensação de peso excessivo. Mais um ponto muito positivo do balé, segundo Deborah Klimke de Carvalho, é a possibilidade de se conectar com seu bebê através da música. “Quando estamos em uma aula de dança, esse é o nosso momento de se desligar do mundo e se unir com o nosso filho”. A professora Cristina Oya também opina a respeito. De acordo com ela, a música clássica do balé é o maior presente que o bebê pode ter enquanto ainda está na barriga da mãe. “Isso explica porque muitas crianças que nasceram de mães que não pararam de dançar na gravidez levaram a paixão pela dança e a música adiante e também se tornaram bailarinas e bailarinos”.
Cuidados
É muito importante para mulheres que continuaram a fazer balé depois de grávidas terem um acompanhamento médico e de uma professora de dança. A professora Cristina Oya pede que suas alunas evitem saltos no ar. “Feitos rapidamente, eles trazem um desconforto na barriga e podem causar até lesões nos joelhos na hora da queda acidental”, afirma. Ela indica movimentos mais leves e mais dançados, que não causam tanto impacto, são mais seguros para as mães e os bebês. “Mas, na verdade, é essencial ter a sua própria percepção do corpo. Se sentir incômodo ao fazer alguma atividade, é melhor diminuir as horas de treino ou parar. Já, se tudo está normal, pode continuar no ritmo que você sempre dançou”, acrescenta Cristina.
Contra indicações
É recomendável continuar a fazer o balé na gravidez caso você já possua uma experiência. “O seu corpo está habituado com os movimentos e por isso, não vai reagir de maneira diferente com dores ou câimbras”, avisa professora de balé Cristina Oya. Não existe uma orientação específica sobre que mês de gravidez é mais indicado parar de dançar. A obstetra e ginecologista Deborah Klimke de Carvalho sugere treinar até o enquanto for confortável e prazeroso. Segundo ela, a gravidez é um momento de cuidar do corpo e do bebê. “Não é recomendável fazer nada que exige força”, alerta. As atividades que podem ser uma boa alternativa ao balé, para grávidas que não conseguem ficar paradas, são a yoga e hidroginástica. “São prazerosas e não tão pesadas. Ajudam a se manter em forma e relaxar”. 
 Experiência própria
A bailarina americana Mary Helen Bowers, fundadora do Ballet Beautiful, programa que permite que você faça aulas de balé online com a assistência de uma profissional, é o exemplo de que a barriga não impede a dança. Ela continuou praticando e dando aula até o nono mês de gravidez, incentivando outras mulheres a seguirem o mesmo caminho. A professora de balé, brasileira Cristina Oya também afirma que não tem nada de errado fazer balé até o oitavo mês de gravidez. “Na verdade, dá pra fazer até o nono, mas, às vezes, fica um pouco complicado executar alguns movimentos específicos, por causa do tamanho da barriga”, afirma.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br
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segunda-feira, 17 de abril de 2017

"Chip da Beleza" Emagrece? Como Funciona? Para Que Serve? E Efeitos Colaterais

Chip da beleza


Oi Gente!

O chip da beleza, também conhecido como implante hormonal, chip da dieta ou chip fashion, é uma estratégia de tratamento indicado para combater os sintomas da Tensão Pré-Menstrual (TPM).

Há quem diga ainda, que além de facilitar a vida das mulheres que experimentam alterações hormonais, o chip da beleza também pode auxiliar a luta contra a celulite e a flacidez, melhorar o metabolismo e ajudar a perder peso. Mas será que isso é realmente verdade? E o tal chip não traz efeitos colaterais?

Para que serve e como funciona o chip da beleza?

O chip da beleza é um tubinho de silicone com aproximadamente 3 cm, que é composto por seis cápsulas bem finas e flexíveis, os chamados chips. Três deles são anticoncepcionais e três são de


Para cada mulher, o implante pode ter uma função diferente. De acordo com o que o clínico geral e endocrinologista Fabiano Serfaty explicou, existem várias combinações possíveis de implantes, com seis tipos de hormônios disponíveis.
Ele pode ser utilizado em meninas adolescentes para impedir o início precoce da puberdade e retardar o surgimento da primeira menstruação.
Já em mulheres maduras, o chip da beleza atua na reposição de hormônios, cuja produção encontra-se reduzida. O ginecologista Malcom Montogomery afirmou que o implante ainda protege essas mulheres contra miomas e tumores benignos.
O médico ainda explicou que o chip da beleza estabiliza o ciclo hormonal natural, combatendo assim as cólicas violentas. Além disso, o implante também é classificado como um método contraceptivo, serventia para a qual ele foi idealizado.
Em cada caso, a paciente é submetida a uma análise inicial para que seja feita a identificação inicial de quais hormônios precisam ser estimulados. Após isso, ela passa por uma bateria de exames, que inclui testes ginecológicos, de sangue e de saliva. Somente depois disso é que acontece a fabricação do implante, em uma farmácia de manipulação especializada.


O implante carrega uma dose hormonal bem mais reduzida que os anticoncepcionais comuns e não passa pelo fígado, indo diretamente para a corrente sanguínea.

O tempo de vida útil do chip da beleza

Conforme a necessidade de reposição hormonal da mulher, o chip pode durar 3, 6 ou 12 meses. Assim como os efeitos trazidos pelo implante, seu tempo de vida útil no organismo feminino varia de acordo com o objetivo de uso do chip.


Por exemplo, o implante com duração de seis meses para casos em que o desejo é parar a menstruação não vem acompanhado de efeitos como o crescimento dos músculos e o aumento da oleosidade da pele. Porém, pode ocorrer um sangramento irregular até três meses antes da menstruação cessar por completo.
Já o implante com duração de 12 meses traz uma ação mais eficiente no que se refere à interrupção da menstruação, que para após o segundo mês, mas ele vem acompanhado do aumento de massa magra e da oleosidade na pele.


O chip da beleza emagrece? 

Existem casos de mulheres que aderiram ao método não somente por seus benefícios contraceptivos ou em relação às alterações hormonais, mas também por conta das promessas de que o implante contribui com a boa forma.
Exemplo disso é a dermatologista Laíse Leal. Ela contou que seu primeiro pensamento ao usar o chip da beleza foi o corpo. Laíse revelou que percebeu que após o procedimento seu corpo ganhou mais definição, suas celulites sumiram e houve uma diferença em sua retenção de líquido.
Entretanto, não é só o chip que pode ser considerado responsável por esses efeitos. Isso porque no caso da dermatologista, há um tratamento completo, que inclui treinos de musculação três vezes por semana e o uso diário de um comprimido para controlar a oleosidade da pele.
Segundo informou o ginecologista Montgomery, o fato do chip da beleza emagrecer ou tonificar depende do estilo de vida, da alimentação e do nível da prática de atividades físicas de cada paciente, além das doses hormonais implantadas.


É importante saber que a função principal do implante hormonal não é tonificar os músculos, acabar com a celulite ou causar a perda de peso. Ele serve para lidar com diversas alterações hormonais que podem acometer as mulheres ou evitar a gravidez como a gente já explicou aqui.
Além disso, não se trata de um aparato mágico que faz uma pessoa secar os quilos em excesso, ficar sem celulite e definir os músculos magicamente. Quem deseja tais resultados, ainda terá que seguir a fórmula mágica de se alimentar de maneira equilibrada, controlada, nutritiva e saudável e praticar treinamentos físicos com frequência. 


Onde colocar? 

De acordo com o ginecologista Montgomery explicou, o chip é aplicado com anestesia local, por meio de um furo bem pequeno, que não exige a necessidade de dar ponto. O médico ainda afirmou que os implantes são bem moles e não causam incômodo.
O tubinho de silicone que caracteriza o chip da beleza é implantando embaixo da pele na lateral superior do bumbum, na área do quadril, região onde geralmente fica a marquinha de biquíni. O procedimento não leva mais do que cerca de 20 minutos para ser realizado e, ainda que seja raro, existe a possibilidade de que ele seja rejeitado pelo corpo.


Efeitos colaterais do chip da beleza

Conforme informaram os médicos, o implante pode trazer reações adversas como o aumento da oleosidade da pele, a alteração do timbre de voz e o estímulo à produção de pelos.
Além disso, quando não há o acompanhamento médico adequado, o implante hormonal pode resultar em aumento de peso e aparecimento de acne, segundo o ginecologista Malcom Montgomery.

Quanto custa? 

O valor do chip da beleza pode ficar entre R$ 600 e R$ 5 mil, variando conforme a necessidade do corpo da mulher.

Cuidados com o chip da beleza 

Antes de optar pelo procedimento, converse com o seu médico de confiança, faça todos os exames exigidos por ele e esteja atento em relação à composição do seu implante, assim como na dosagem.
Segundo o que o especialista em modulação hormonal Theo Webert, alguns chips são formulados com elementos sintéticos, o que não é recomendável, em sua opinião.
Para o endocrinologista Fabiano Serfaty, na dosagem errada, o que poderia ser solução para um problema pode tornar-se um veneno.


Fonte: http://www.mundoboaforma.com.br



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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Dicas para sapatos de dança.


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Oi Gente !

Se você dança, você sabe que precisa ter muita atenção com seus sapatos. Os sapatos de dança são o único equipamento de um dançarino.

Seguem algumas dicas:

Seus sapatos estão um pouco apertados?
Coloque sacos plásticos com água cada sapato a onde ficam os dedos dos pés, e congele os sapatos com os sacos dentro deles. Como a água congela, ela irá expandir dentro do saco  e consequentemente vai esticar o sapato.
Borrife  álcool no interior do sapato,  ele vai suavizar o material sem danificá-lo,  assim quando você for  usar ele ficará macio e se adaptará no seu pé.
Aquecer o interior do sapato com um secador de cabelo antes de usar, ou usá-los por alguns minutos com meias de lã grossa. O calor e a pressão das meias vão ajudar os sapatos a esticar.

Você tem dor nos seus pés quando usa saltos?
Com uma fita adesiva médica enrole seu terceiro e quarto dedos juntos. Isso diminuirá a pressão sobre o nervo que está entre o terceiro e quarto dedo do pé, que pode ser a causa dor.
Você também: com uma folha de espessura de 1 polegada de espuma que encontra em lojas de costura ou artesanato. Corte 2 peças do tamanho de seus pés ou para o tamanho das bolas de seus pés. Coloque-os dentro de seu sapato, assim cria uma palmilha macia para seus pés. Você pode cortar "palmilhas de espuma" para  todos os seus sapatos, e também como  substituição, uma vez que a espuma depois de um certo tem fica plana e fina.

Seus sapatos estão ficando mal cheirosos?
Coloque sacos de chá seco nos dedos dos pés de seus sapatos logo após usá-los. Os sacos de chá vão absorver o odor.
Se você usa todos os dias, então tente alternar seus sapatos para garantir que eles tenham tempo de secar adequadamente. Isso também pode evitar algumas bolhas.
Se seus sapatos não estão ficando malcheiroso, mas já estão fedidos, coloque-os em um saco de plástico e depois no congelador. O frio vai matar os germes do que causar odor.

Tem bolhas?
Coloque seus pés no chá. Sim, chá! O chá verde funciona muito bem,  devido às propriedades anti-inflamatórias que possui.
Coloque o desodorante de pés antes de dançar para evitar bolhas. Gel desodorante funciona melhor, mas spray desodorante é o mais fácil de usar e ainda funciona muito bem.
Se você tiver bolhas ou calos moles entre os dedos dos pés, é devido à umidade e fricção. Envolva os dedos dos pés que são o maior problema na gaze macia.

Pés secos ou solas rachadas?
Mergulhe os pés em ½ xícara de bicarbonato de sódio e 3 xícaras de água morna para suavizar até mesmo os pés super seco.
Se eles estão um pouco rachados, mergulhe-os em 1 xícara de vinagre e 3 xícaras de água.
Se seus pés estão em muito má forma, use 1 copo de Listerine bochechos, 1 xícara de vinagre e 2 xícaras de água e mergulhe, os seus pés ficaram mais lisos.

Cãibra no pé?
Coloque todo o seu peso no pé com cãibra, dobre os joelhos ligeiramente e segure-o.
Use as mãos para puxar os dedos dos pés para cima e para você, mantenham assim o quanto pode.

Calos
Eles podem não ser bonitos, mas eles não são ruis para dançarinos. Os calos são uma forma de proteção, assim tornam as partes mais difíceis do trabalho de seus pés mais forte e capazes de lidar com a pressão sem causar-lhe dor. Se eles ficam muito grossos, você pode usar uma pedra-pomes, mas pense duas vezes antes de se livrar deles completamente. Afinal, se você os tiver, provavelmente os ganhou.

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Transtornos alimentares


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Oi Gente, 

 A cultura ocidental faz da mulher magra um símbolo de competência, sucesso, controle e atrativos sexuais, enquanto o excesso de peso e a obesidade representam preguiça, indulgência pessoal, falta de autocontrole e força de vontade.
O medo da obesidade faz com que muitas mulheres controlem neuroticamente o peso corporal, por meio da adoção de dietas extremamente restritivas, exercícios exaustivos e uso de laxantes, diuréticos e drogas anorexígenos.
Mudanças corporais com relação à forma, tamanho e aparência são comuns em todas as culturas. Estas expressam onde este indivíduo está inserido na sociedade e podem ainda demonstrar mudanças no seu status social.
Jovens bailarinas sofrem constante pressão para manter baixo seu peso corporal e com altos índices de exercícios físicos. É comum que estas dançarinas utilizem práticas que visam perda e controle de peso, além de buscarem manter peso corporal inferior ao encontrado em não-dançarinas. Logo, as bailarinas são consideradas um grupo de alto risco para o desenvolvimento de Transtornos Alimentares (TA's), especialmente a Anorexia Nervosa.
Segundo Claudino e Borges, TA's são síndromes comportamentais cujos critérios diagnósticos têm sido amplamente estudados nos últimos 30 anos. São descritos como transtornos e não como doenças por ainda não se conhecer bem a sua etiopatogenia.
De acordo com Philippi e Alvarenga, e Cordás, TA's são doenças psiquiátricas que afetam na sua maioria adolescentes e adultos jovens do sexo feminino, podendo levar a grandes prejuízos biológicos, sociais e psicológicos e aumento da morbidade e mortalidade.

 Prevalência de transtornos alimentares em bailarinas
É esperado que bailarinas apresentem um peso corporal extremamente baixo. No entanto, ao atingir este corpo considerado ideal, estas meninas apresentam comumente irregularidades menstruais, ou mesmo amenorreia, além de danos às estruturas esqueléticas.
Estudo realizado por Ringham em Pittsburgh analisou sintomatologia de TA's em 29 bailarinas, que foram comparadas com dados arquivados de 26 mulheres com AN do tipo restritivo, 47 mulheres com Bulimia Nervosa (BN) e 44 mulheres sem nenhuma enfermidade de origem alimentar. Para a coleta de dados foram realizados: uma entrevista clínica semi-estruturada, aplicação do Eating Disorders Inventory (EDI) e uma entrevista sobre o histórico do peso corporal. Como resultado descobriu-se que 83% das bailarinas se encaixavam no diagnóstico de algum TA, sendo que 6,9% tinham AN, 10,3% apresentavam BN, 10,3% apresentavam uma combinação de BN e AN e 55% se encaixavam no quadro de Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP).
Além disto, as características do grupo de bailarinas se assemelharam mais com as do grupo com TA's do que com as do grupo controle, nas medidas para enfermidades alimentares. Por meio destes resultados os autores concluíram que, apesar da ênfase dada à AN nesta população, as dançarinas da amostra apresentam com freqüência episódios de compulsão alimentar seguidos de purgação, manisfestada principalmente na forma de vômitos, uso de laxantes e de diuréticos.
Ravaldi avaliou, em Florença, na Itália, 113 bailarinas amadoras, 54 praticantes de ginástica do sexo femininos, 44 fisiculturistas não-competitivos do sexo masculino, 105 controles femininos e 30 controles masculinos através da aplicação dos seguintes instrumentos: Body Uneasiness Test, do State-Trait Anxiety Inventory, do Beck Depression Inventory e do Eating Disorder Examination 12th Edition (EDE-12). Os resultados demonstraram que o grupo de bailarinas apresentou a maior prevalência de TA's, sendo 1,8% das dançarinas acometidas por AN, 2,7% por BN e 22,1% por TCAP. Estes dados demonstram que não somente os profissionais do Ballet apresentam altos índices de TA's, mas também os amadores.

Considerações
A preocupação com o peso corporal e aparência são comuns em ambos os gêneros em adolescentes e a distorção da imagem corporal não é característica particular dos indivíduos acometidos por algum TA. A associação entre magreza e sucesso gera insatisfação em especial para indivíduos do gênero feminino.
Os atuais padrões de beleza não levam em consideração aspectos relacionados à saúde e diferentes constituições físicas da população. Este modelo distorcido leva um número cada vez maior de mulheres a se submeter a dietas alimentares e uma série de medidas equivocadas para o controle de peso.
A prevalência de TA's é maior em atletas de alto nível, principalmente em modalidades estéticas, como o Ballet, variando de 10 a 66%. Segundo Sundgot-Borgen a prevalência de TA's em atletas é de 18%, enquanto em não-atletas esta cai para 5%.
Jovens do sexo feminino que praticam esportes que exigem baixos índices de gordura corporal consomem, normalmente, dietas hipocalóricas. Bailarinas, em especial, utilizam métodos de perda de peso para manterem o físico ideal para a dança. Isto pode levar a um comprometimento da saúde, visto que atletas e treinadores não possuem adequados conhecimentos sobre nutrição, utilizando-se de práticas inadequadas.
Observou-se que bailarinas apresentam maior tendência a apresentar TA's do que pessoas que não praticam Ballet, o que torna estas crianças e jovens mais suscetíveis a diversas enfermidades e complicações físicas e psicossociais.
    Devido à alta morbidade e mortalidade decorrentes da presença de TA's, um efetivo trabalho de prevenção torna-se necessário no caso de bailarinas e outras atletas jovens de modalidades que exigem uma aparência física esbelta, decorrente de um baixo percentual de gordura.
    A detecção precoce dos distúrbios alimentares e a educação de pais e treinadores quanto à gravidade destes transtornos são estratégias interessantes para a prevenção e tratamento dos TA´s.

Fonte: http://www.efdeportes.com

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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Melhore seu Arabesque


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Oi Gente!

Você provavelmente já ouviu isso várias vezes ao longo de seu treinamento: você não tem uma boa flexibilidade, mas ao menos que você pode tentar melhorá-la . Leigh Heflin Ponniah, MA, MSc, do Centro Harkness de Lesões de Dança do Centro Médico Langone da Universidade de Nova York, oferece este exercício para melhorar a força da parte inferior das costas para ter um melhor apoio para o arabesque. Faço-os de duas a três vezes por semana como parte de seu aquecimento do core (quadril, abdômen e glúteos) antes da aula, e assim você estará no caminho para ter equilíbrio e força no  arabesco.

Thinkstock

Você precisará:

>Uma bola de fisioterapia (a mesma bola usada no pilates)

>Um espaço livre com parede.

1. Posicione uma bola de fisioterapeuta sob seus quadris. Deite-se de bruços sobre ela com o peito ligeiramente curvo sobre a bola e as mãos pelas orelhas. Seus pés devem estar contra uma parede, com os dedos no chão, os calcanhares na parede e as pernas ligeiramente curvadas.

2. Use os extensores da região lombar, que permitem flexão para trás da coluna vertebral e seus músculos glúteos para levantar lentamente o peito para cima e para longe da bola. O corpo deve passar através de uma diagonal em linha reta antes que o peito continue levantando em um leve arco sem  abaixar a região dos glúteos. O core também deve estar contraído.

3. Curve de volta para baixo sobre a bola e fazer 10 repetições, aumentando até 20 como você ganhar força.

Se você não conseguir uma bola de fisioterapia, você também pode fazer o exercício deitado no chão. No entanto, Heflin diz que a bola permite uma maior amplitude de movimento na parte inferior das costas e desafia a estabilidade dos dançarinos.

Aplicativo
Se você está procurando fazer alongamento e também fazer fortalecimento, confira o aplicativo de Elasticity Ballet (este aplicativo é em inglês). O programa oferece  48 vídeos curtos que demonstram exercícios, desde de como melhorar a força do tornozelo entre outros. Com exercícios de fortalecimento criados especificamente para dançarinos de balé sob a supervisão de um treinador atlético certificado e com adaptações de Slawomir Wozniak (treinador de estrelas de competição como Gisele Bethea). Disponível para  iPad e iPhone na App Store por US $ 1,99.

 Fonte: http://pointemagazine.com

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